O título é sugestivo e remete-nos para a modernidade, será?

É lógico que não, porque a instalação dessa mesma fibra contraria a prática corrente, ou seja:

Quando a prática impõe que a fibra seja aplicada através de tubagem no solo, eis que a Altice resolve colocar postes de cimento, (o que pressupõe que de provisório nada tem) em substituição dos existentes em madeira, passando as ligações a ser por via aérea. Esta ação da Altice é feita à revelia dos moradores que para o efeito não são consultados quer pela empresa quer pela autarquia.

Após várias tentativas no sentido de sensibilizar a Camara Municipal do Entroncamento, quer com a presença in loco do Vice-Presidente quer numa sessão nos Paços do Concelho ou ainda com o Presidente da Junta de Freguesia Nossa Senhora de Fátima, todas essas tentativas se tornaram infrutíferas para descontentamento e frustração dos munícipes.

A situação torna-se ainda mais caricata porque a fibra chega por via subterrânea à entrada da rua. Será que os encargos seriam incomportáveis para a Altice?

Os meios nem sempre justificam os fins, o desrespeito pelas pessoas, a estética urbanística e o contrariar a prática corrente. Mas, contudo, há quem assim não o entenda.

A fibra baloiça ao vento sem que ninguém a incomode (ainda nenhum morador aderiu) e quiçá assim continuará.

Também fomos informados que a “malfadada” fibra só passaria no espaço público. Após conclusão dos trabalhos verifica-se que ela também faz umas incursões pelo espaço privado o que contraria a informação que nos foi prestada.

Não tenho dúvidas que se a fibra fosse instalada pelo subsolo todos os moradores fazia um esforço para aderir uma vez que os postes de madeira existentes em espaço privado seria retirados.

Em jeito de conclusão diria que há sempre uma utilidade para tudo, que mais não seja para enfeitar a rua nas épocas festivas, “estendal publicitário” e poiso para as mais variadas espécies de aves.

Os moradores.