Ricardo Batista voltou a destacar‑se entre a elite mundial do triatlo ao conquistar a medalha de bronze na Finalíssima do Campeonato do Mundo, disputada este domingo, 27 de setembro, em Pontevedra, Espanha. O triatleta do Clube de Natação de Torres Novas terminou a prova num excelente 4.º lugar, resultado que lhe garantiu o bronze na classificação final do mundial.
Numa corrida extremamente disputada, com os melhores triatletas internacionais em ação, Vasco Vilaça (Benfica) sagrou‑se Campeão do Mundo de Triatlo, enquanto o australiano Matthew Hauser venceu a etapa de Pontevedra. Ricardo Batista concluiu apenas cinco segundos atrás de Hauser, com o tempo de 1h39m36s, consolidando uma época de grande regularidade.

No final da prova, o atleta torrejano afirmou que “ainda não se paga para sonhar, e por isso daqui a dois anos, em Los Angeles, tudo é possível. Neste momento, a equipa portuguesa é das mais competitivas a nível mundial, se não a mais competitiva.”
João Nuno Batista sobe no ranking mundial
Também presente na finalíssima esteve o irmão de Ricardo, João Nuno Batista, que alcançou um excelente 11.º lugar, permitindo‑lhe subir seis posições no ranking e terminar o mundial em 16.º. O húngaro Márton Kropkó, regressado após lesão prolongada, concluiu a prova em 24.º.

Maria Tomé no Top 20 feminino
Na prova feminina, Maria Tomé terminou no Top 20 da finalíssima, encerrando o mundial na 28.ª posição. A atleta húngara Márta Kropkó cruzou a meta em 4.º, mas foi desqualificada por ter montado na bicicleta antes da linha regulamentar à saída da transição.

Resultados das restantes categorias
O Clube de Natação de Torres Novas contou ainda com mais quatro atletas nas restantes provas do mundial:
- Bethany Cook (Inglaterra) — Top 5 em sub‑23
- Cassilda Carvalho — 26.º lugar em sub‑23
- Gustavo do Canto — 18.º lugar em masculinos sub‑23
- Catarina Santos — Top 30 em juniores
Com estes resultados, o clube torrejano reforça a sua presença entre as principais referências internacionais da modalidade, numa finalíssima marcada pela forte competitividade e pelo destaque da equipa portuguesa.



















