A assinatura do protocolo realizou-se nos Paços do Concelho e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Manuel Mourato, e da vereadora Paula Silva
A adesão ao programa surge no âmbito da política de ação social do município e pretende garantir que as dificuldades económicas não impeçam os cidadãos de adquirir a medicação de que necessitam. A existência de um regulamento municipal associado ao Programa abem: foi também divulgada no início deste mês.
O programa permite apoiar pessoas que, apesar de terem medicamentos prescritos e comparticipados pelo SNS, não dispõem de recursos suficientes para suportar os encargos da sua aquisição.
A iniciativa conta com a colaboração das farmácias do concelho que integram a rede local de apoio: a Farmácia Carvalho, na Praia do Ribatejo, a Farmácia da Barquinha, em Vila Nova da Barquinha, e a Farmácia Tente, na Atalaia.
Município identifica beneficiários
Ao abrigo do protocolo, caberá aos serviços técnicos do Município identificar e referenciar os beneficiários elegíveis. A autarquia ficará igualmente responsável pelo acompanhamento dos agregados familiares abrangidos e pela atualização da respetiva informação.
A Associação Dignitude assegurará a gestão do programa e a articulação com as farmácias aderentes, garantindo o funcionamento da rede e a aplicação do apoio previsto.

O benefício é atribuído através do cartão abem:, que permite aos beneficiários obter uma comparticipação adicional na compra dos medicamentos abrangidos pelo programa. Desta forma, é reduzido o valor suportado pelas famílias no acesso à medicação.
Apoio dirigido a famílias vulneráveis
Com esta parceria, o Município de Vila Nova da Barquinha reforça a intervenção na área social e procura dar uma resposta concreta a situações de carência económica que podem comprometer a continuidade de tratamentos médicos.
A adesão ao programa representa, assim, um reforço da cooperação entre o município, a Associação Dignitude e as farmácias locais, aproximando o apoio social das pessoas que dele necessitam.
A autarquia sublinha que o acesso à saúde e aos medicamentos deve ser assegurado independentemente da condição económica dos cidadãos, assumindo este protocolo como uma medida de proteção das famílias mais vulneráveis do concelho.
Fotos: CMVNB



















