Foto Patrícia Pimenta
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Este sábado, dia 26 de outubro, o Centro Cultural foi palco de uma noite de Rock, assinalada pelo primeiro aniversário da UROCK Sessions, organizador de eventos da Associação Juvenil R2.

O evento contou com a presença dos Tara Perdida e dos Pântano, onde ficou a promessa de ser uma noite forte e envolvente.

“Rock é felicidade. É energia positiva. Reviver momentos. É festejar a vida com os amigos”, é assim que os membros da UROCK definem este estilo de música. E porque a felicidade deve ser partilhada, decidiram, há 1 ano, juntar-se para organizar eventos com este teor musical. Começaram com tributos a bandas internacionais, por serem mais conhecidas. “Achámos que era a melhor forma de chamar pessoas, de nos darmos a conhecer”, elucidou Raquel, membro da organização, em conversa com o EOL.

Foto Patrícia Pimenta

Um ano depois, a experiência aumentou e a vontade e o sonho de fazerem diferente, também. Decidiram arriscar e apostar em algo mais arrojado, por se sentirem preparados e, acima de tudo, para comemorar o primeiro aniversário da Associação. “Já conseguimos fazer alguma casa e como os eventos têm corrido bem, achámos que era altura de fazermos uma aposta numa banda de originais e numa banda mais conhecida, por isso optámos pelos Tara Perdida. Acho que é de marcar também a questão dos originais, porque até agora só temos trazido bandas de tributos a bandas americanas e, desta vez, achámos que no primeiro aniversário faria sentido algo em português e dar a conhecer, a quem não conhece, as duas bandas que trazemos aqui hoje”, explicou-nos ainda Raquel.

A banda Pântano, criada há 1 ano, consiste numa ligação entre amigos muito próximos. “Queria fazer uma coisa mais íntima e pessoal e convidei os meus amigos, aqueles com quem te sentes bem. E isso é o que se quer na vida, seja na música, seja no trabalho. A nível profissional, na arte, queres estar próxima daqueles que tu gostas”, respondeu Nuno Rodrigues, fundador da banda, quando lhe perguntámos sobre a origem da mesma.

Para a noite de ontem, a banda prometia “um concerto envolvente, com garra, energia; que metesse as pessoas todas a cantar os temas, a saltar, a divertirem-se, a levantarem o copo e a sentirem o lado pantanoso”, afirmou o fundador da banda.

Foto Patrícia Pimenta

Apesar da UROCK ter a ambição de trazer algo diferente, há uma coisa que prometem manter: a energia. Essa, garantem que esteve lá. O facto de ser uma banda em português e de ser algo diferente aqui na zona, permitiu chamar mais pessoas. “Cantar em português é totalmente diferente. Acho que está tudo muito à espera que isto aconteça e principalmente acho que vai ser um encontro de famílias, porque pelos bilhetes que nós vendemos, há muitas famílias que vão trazer os miúdos. Vai ser uma festa grande. Uma festa de aniversário e não só, uma festa de música”, acrescentou Raquel.

As expectativas eram elevadas, e não só por parte da organização. Em conversa com os Tara Perdida, Alex, o baixista da banda, confessou que a noite iria “ser espetacular, porque para já o espaço é qualquer coisa de fantástico. A Câmara está de parabéns pela renovação arquitetónica que fez. Em relação ao ambiente, é rock puro.”

O baixista da banda não foi o único a falar connosco e a elevar as expectativas. “Esperamos um grande concerto. Nos temos tocado muito em festas que contêm mais bandas no cartaz e hoje, aqui, dá mais um feeling de concerto de Tara, com um espaço mais intimista. Estou à espera que as pessoas apareçam e que seja mesmo um concerto Tara, com os nossos fãs. Vamos partir isto tudo!”, revelou Tiago, vocalista dos Tara Perdida.

O evento contou com casa cheia, onde muitos se juntaram pela música, pelo convívio e pela felicidade que o UROCK faz por proporcionar em cada evento que realiza.

Lúcia Veríssimo