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Carlos Amaro
carlos.amaro@entroncamentoonline.pt

É com profundo lamento com que leio esta crónica.

A discussão política e o confronto de ideias são sempre importantes para o exercício pleno da Democracia, contudo o exercício de cargos públicos deve representar o espírito de missão que nos foi confiado.

Não estou disponível para a mentira, a difamação e prestações de serviços de política de baixo nível, partilhando aqui um sentimento de vergonha alheia.

Neste texto apenas vou refutar um ponto como exemplo esclarecedor da mentira.

Diz o ex-vereador:

  • ” As garantias servem, pois, para serem acionadas caso o empreiteiro se recuse a fazer os trabalhos (o que não foi o caso). Atendendo a que o empreiteiro cumpriu com a sua função, e porque se verificou que tudo o que foi requerido pela câmara foi reparado e como não se registavam problemas foi feita a libertação das garantias.” – Fim de citação

Quando o ex-vereador refere que as patologias foram resolvidas entre 2008 e 2013, talvez queira referir que uma das soluções encontradas pelo executivo a que V. Exa pertencia, foi tapar as paredes fissuradas com pladur para esconder os problemas. – facto.

Mais haverá para refutar em sede própria que não na praça pública.

Fui eleito para um segundo mandato em 2017, desta vez com os pelouros de Urbanismo com competências delegadas a 28 de novembro de 2018.

Pertenço desde 2013 a um Executivo Municipal que muito me orgulha e a quem tenho o dever de lealdade e de defesa do seu trabalho.

Assim, e porque fui citado na minha pessoa, em termos ofensivos, falsos e porque não me abstenho da defesa da minha dignidade e do meu bom nome, informo que intentarei queixa no Ministério Público contra V. Exa, a expensas próprias, pela calúnia e difamação que adveio da crónica publicada.

Esta resposta apenas me vincula em termos pessoais, não vincula o Partido ao qual pertenço e muito menos o Executivo Municipal do qual faço parte.

 

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