A criação da Polícia Municipal do Entroncamento deu mais um passo formal com a adjudicação do estudo de viabilidade que irá avaliar a implementação da estrutura no concelho. A informação foi revelada pelo executivo durante a reunião de Câmara realizada esta terça-feira, dia 3 de novembro.
Segundo o coordenador municipal de Proteção Civil, o contrato foi assinado a 28 de outubro e os trabalhos foram adjudicados à empresa João Rocha, estando previsto um prazo máximo de dois meses para a conclusão do estudo.
A questão foi levantada pelo vereador Ricardo Antunes (PS), que procurou obter um ponto de situação sobre uma promessa eleitoral que continua a gerar debate político. Na resposta, o executivo explicou que o estudo deverá avaliar as necessidades operacionais e a viabilidade económica da futura Polícia Municipal.
Durante o debate, Ricardo Antunes questionou ainda os critérios que levaram à escolha da empresa responsável pelo trabalho, afirmando não ter encontrado referência a experiência anterior da mesma na realização de estudos desta natureza.
Também o vereador Rui Madeira (Coligação psd/cds) considerou que o processo surge com atraso, defendendo que a criação da Polícia Municipal deveria ter avançado mais cedo, tendo em conta os procedimentos que ainda terão de ser cumpridos após a conclusão do estudo, nomeadamente recrutamento, formação e entrada em funcionamento da estrutura.
A implementação da Polícia Municipal tem sido apontada pelo executivo como uma das medidas destinadas a reforçar a fiscalização municipal e complementar a atuação das forças de segurança já existentes no concelho.
Ricardo Alves





















