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A derrocada que obrigou à evacuação do Tribunal de Torres Novas e de três habitações contíguas ocorreu na quinta‑feira, mas a Proteção Civil Municipal reuniu ontem, domingo, para avaliar a evolução da situação e os impactos das tempestades Kristin e Marta no concelho.

A queda do muro, situado nas traseiras do Tribunal e pertencente ao Ministério da Justiça, resultou do abatimento de uma estrutura antiga e já fragilizada, cuja instabilidade foi agravada pela chuva persistente dos últimos dias. Como medida preventiva, o edifício e três casas adjacentes foram evacuados, tendo as famílias sido realojadas temporariamente em casas de familiares ou noutros locais seguros.

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No sábado, técnicos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil realizaram inspeções ao local para avaliar o estado do terreno e definir as intervenções necessárias para consolidar a zona afetada.

A autarquia sublinha que este não é um caso isolado, já que existem outras derrocadas de muros, fachadas e edifícios antigos, alguns devolutos, que representam risco para habitações e vias. Os efeitos acumulados das tempestades, com solos saturados e chuva contínua, exigem vigilância reforçada e o cumprimento rigoroso das indicações das autoridades, incluindo o respeito pelas zonas interditas por motivos de segurança.

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