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Era o “Ronaldo” das Finanças, novo luso-campeão,
Ou qual Luís de Matos, o rei-luso da magia!
Mas o Covid estragou-lhe a oca filosofia…
E mergulhou o nosso mago num silencioso apagão!

Vezes sem conta surgia na televisão,
A insinuar-se o astro-rei da Economia!
Na Europa e no Mundo melhor artista não havia,
Mas seus doces pergaminhos estão de rastos pelo chão!

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Bem relembro sua imagem de “pepsodente” sorriso…
Mais parecendo um rei da tribo, que Centeno,
Assim feliz, após fumar seu longo “charro”!

Tirou-lhe o sono e o fôlego o covídico veneno…
Pôs-lhe fim ao rico mito do luso-paraíso,
E Centeno transformou num ídolo com pés-de-barro! 

Aveiro –  Pérgula da Sé Catedral – 07 de Maio de 2020 

Autor: Alfredo Martins Guedes  

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