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A terra dos fenómenos, como é conhecida o Entroncamento, graças à divulgação de Eduardo O. P. Brito e de Antero Fernandes, dois jornalistas locais correspondentes dos jornais diários nacionais e imortalizados por António Carloto de Castro com a edição de copos com a estampagem dos fenómenos, vai ter um Livro, uma música e um videoclip.

A iniciativa é de Paula Carloto, gerente da Casa Carloto que conta com a autoria e coordenação de Pedro Dionísio e de outros músicos locais, na música e videoclip e com o patrocínio da Câmara Municipal, vai ser apresentado, no dia 30 de novembro, pelas 18h, no Cine-Teatro S. João o Entroncamento, o livro “Fenómenos do Entroncamento – A História das Estórias”.

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Sob a coordenação de Paula Carloto de Castro, e com a especial colaboração de Manuela Poitout e Manuel Fernandes Vicente, o livro explica como surgiram os fenómenos no Entroncamento dos anos 50 e como se tornaram virais a nível nacional e nos EUA, numa época em que as redes sociais eram simplesmente os encontros, as conversas e os jornais em papel.

Na mesma altura , serão apresentados mais dois originais sobre o tema. Sob a autoria e coordenação de Pedro Dionísio e com a colaboração dos jovens artistas locais e muitas associações e clubes da cidade, a história das histórias dos Fenómenos do Entroncamento é contada em música e num videoclip.

O evento, apresentado por Carlos Cunha dos “ Comédia à la Carte”, é aberto ao público em geral, e pretende ser um momento em que várias gerações se fundem no mesmo propósito: Conhecer melhor um passado e entender a atualidade dos “fenómenos do Entroncamento”.

Este livro é uma oportunidade de conhecer as estórias dos fenómenos do Entroncamento, de que toda a gente fala e poucos se lembram e que constituem uma parte importante da história e memória coletiva de Portugal e do Entroncamento, que já nos anos 50, então vila, soube criar e afirmar um ex-libris que perdura até aos dias de hoje, através dos textos dos jornalistas Eduardo O. P. Brito e Antero Fernandes, perpetuados por desenhos em loiças e vidros por António Carloto.

Como se lê na introdução da obra, este é o tempo de escrever o que deve ser contado: uma lebre alimentada a biberão, um melro branco, um cão que falava e tantos outros acontecimentos e assim revelar o conteúdo da expressão Terra dos Fenómenos.

 

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