O EOL tentou entrevistar todas as pessoas envolvidas (empresas, autarquia, PSP, município, etc) na noite de 12 de setembro, quando o Remember Entroncamento voltou à cidade ferroviária.
O Quitó faz parte da vida de muita gente. Há 12 anos teve uma ideia. E essa ideia, por mais imberbe que fosse, continua no ar. E efetiva-se.
Eu cruzei-me com muitas pessoas na minha vida, como todas as pessoas o fizeram. Mas aqui é o Quitó que interessa. As pessoas vão chegando e prontas para festejar. Despreocupadas, alegres, ansiosas. Têm as suas profissões, os seu horários e, muitas vezes, extenuantes dinâmicas.
O EOL queria, obviamente, entrevistar o Quitó. No meio da multidão era complicado saber onde estava. Foi o presidente Luís Moita, da junta de freguesia de Nª. Sra de Fátima que me ligou a dizer que o Quitó ali estava, ao lado dele. Mas, à Quitó, não foi fácil.
A caminho da entrevista…
Lá fomos nós. Ter com alguém que sempre foi generoso com toda a gente mas, também, com o António Miguel, fundador do Eol e figura incontornável da cidade que, infelizmente nos deixou recentemente.
Não há muitas palavras para descrever os vídeos que vos mostramos.
Desde que nos encontrámos, mais uma vez, no meio da multidão, até o entrevistar, foi um percurso de afetos.
Mas consegui.
E, se me permitem, também deixo uma foto nossa. “Eu gostava de te ver jogar no CADE”, disse ele. Com tanta coisa na cabeça e com tanta organização para coordenar. E não fui só eu. Tem uma palavra sempre pronta para toda gente. Com sentimento. Nunca artificial.

É o Quitó. Os vídeos explicam quem ele é.
É o guardião de um baú de memórias que não lhe pertence. E ele sabe disso. É um guardião. Onde estaremos sem as pessoas que nos guardam e estimulam as memórias?
É o Quiitó. Chega? não. Não chega. Há mais.
Até para o ano
Texto/vídeo e fotos: Ricardo Alves

















