{"id":9819,"date":"2019-08-02T10:04:38","date_gmt":"2019-08-02T09:04:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/?p=9819"},"modified":"2019-08-02T10:04:38","modified_gmt":"2019-08-02T09:04:38","slug":"habitantes-do-entroncamento-sao-os-quartos-com-maior-rendimento-a-nivel-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/habitantes-do-entroncamento-sao-os-quartos-com-maior-rendimento-a-nivel-nacional\/","title":{"rendered":"Habitantes do Entroncamento s\u00e3o os quartos com maior rendimento a n\u00edvel nacional"},"content":{"rendered":"<p>Segundo um estudo do Instituto Nacional de Estat\u00edstica sobre o Rendimento ao n\u00edvel local, o Entroncamento \u00e9 o concelho que tem os habitantes com maior rendimento do M\u00e9dio Tejo e o quarto a n\u00edvel nacional, atr\u00e1s de Oeiras, Lisboa e Cascais.<\/p>\n<p>Destacam-se, com valores acima de 10 000 \u20ac por sujeito passivo, os munic\u00edpios de, Oeiras, Lisboa, Cascais, Entroncamento, Alcochete, Coimbra, Almada, Porto, Vila Franca de Xira, \u00c9vora, Seixal, Aveiro, Marinha Grande, Odivelas e Set\u00fabal.<\/p>\n<p>Em 2017, 70 munic\u00edpios apresentaram rendimento bruto declarado mediano por agregado fiscal acima do valor nacional<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-9820 alignleft\" src=\"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10001-2-583x800.jpg\" alt=\"\" width=\"391\" height=\"537\" srcset=\"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10001-2-583x800.jpg 583w, https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10001-2-768x1054.jpg 768w, https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10001-2-1475x2024.jpg 1475w, https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10001-2-696x955.jpg 696w, https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10001-2-1068x1466.jpg 1068w, https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10001-2-306x420.jpg 306w, https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10001-2.jpg 1698w\" sizes=\"auto, (max-width: 391px) 100vw, 391px\" \/><\/p>\n<p>Em 2017, o rendimento bruto declarado em Portugal foi cerca de 90 361 milh\u00f5es de euros, o que se traduziu num valor mediano de 11 500 \u20ac por agregado fiscal. Ao n\u00edvel regional, o rendimento bruto declarado mediano por agregado fiscal foi mais elevado na \u00c1rea Metropolitana de Lisboa (13 368 \u20ac), tendo sido a \u00fanica regi\u00e3o NUTS II a superar o valor nacional. Por outro lado, a regi\u00e3o do Algarve registou o menor valor mediano por agregado fiscal (10 436 \u20ac).<\/p>\n<p>Em 2017, 70 munic\u00edpios apresentaram um rendimento bruto declarado mediano por agregado fiscal acima do valor nacional. O retrato municipal deste indicador destaca, com valores mais elevados, munic\u00edpios das \u00e1reas metropolitanas de Lisboa e do Porto, da Regi\u00e3o de Aveiro, da Regi\u00e3o de Coimbra, da Regi\u00e3o de Leiria e do Alentejo Litoral e, no Interior continental munic\u00edpios sedes de distrito.<\/p>\n<p>Em todos os munic\u00edpios da \u00c1rea Metropolitana de Lisboa, o rendimento bruto declarado mediano por agregado fiscal situou-se acima do valor nacional, destacando-se Oeiras que apresentou o valor mais elevado do pa\u00eds (17 410 \u20ac). Os agregados fiscais com valores medianos de rendimento bruto declarado mais baixos localizavam-se, maioritariamente, no Interior da regi\u00e3o Norte.<\/p>\n<p>O M\u00e9dio Tejo foi a sub-regi\u00e3o onde se verificou a maior amplitude de rendimento bruto por agregado fiscal entre munic\u00edpios (6 007 \u20ac): o menor valor registou-se na Sert\u00e3 (9 069 \u20ac) e o maior no Entroncamento (15 076 \u20ac).<\/p>\n<p>A \u00c1rea Metropolitana de Lisboa apresentou a maior diferen\u00e7a entre o valor mediano do rendimento bruto declarado e o valor mediano do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por agregado fiscal em 2017 (802 \u20ac), o que correspondia a 6% do rendimento bruto mediano.<\/p>\n<p>O efeito do imposto na distribui\u00e7\u00e3o do rendimento foi tendencialmente menor nas sub-regi\u00f5es com n\u00edveis de rendimento mediano por agregado fiscal mais baixos. A sub-regi\u00e3o do Alto T\u00e2mega apresentou o menor diferencial (157 \u20ac) entre as 25 sub-regi\u00f5es NUTS III, correspondendo este valor a 1,7% do rendimento bruto mediano por agregado fiscal.<\/p>\n<p>Em 2017, o rendimento bruto declarado deduzido do imposto sobre o rendimento de pessoas singulares (IRS) liquidado por agregado fiscal foi de cerca de 79 094 milh\u00f5es de euros, o que se traduziu num valor mediano de 11 039 \u20ac.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-9821 alignright\" src=\"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10002-2-552x800.jpg\" alt=\"\" width=\"408\" height=\"591\" srcset=\"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10002-2-552x800.jpg 552w, https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10002-2-768x1113.jpg 768w, https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10002-2-1397x2024.jpg 1397w, https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10002-2-696x1008.jpg 696w, https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10002-2-1068x1547.jpg 1068w, https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10002-2-290x420.jpg 290w, https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/INE10002-2.jpg 1408w\" sizes=\"auto, (max-width: 408px) 100vw, 408px\" \/>O rendimento bruto mediano declarado deduzido do IRS liquidado situou-se acima do valor nacional nas \u00e1reas metropolitanas de Lisboa (12 566 \u20ac) e do Porto (11 072 \u20ac), Regi\u00e3o de Coimbra (11 517 \u20ac), Regi\u00e3o de Leiria (11 394 \u20ac), Alentejo Central (11 355 \u20ac) e na Regi\u00e3o de Aveiro (11 066 \u20ac). Os agregados fiscais com valores medianos de rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado mais baixos localizavam-se nas sub-regi\u00f5es do Norte do pa\u00eds \u2013 T\u00e2mega e Sousa (8 824 \u20ac), Alto T\u00e2mega (8 837 \u20ac), Douro (9 292 \u20ac), Terras de Tr\u00e1s-os-Montes (9 729 \u20ac) e Alto Minho (9 837 \u20ac).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>C\u00e1vado, Viseu D\u00e3o-Laf\u00f5es, Alto Minho, Ave e Alto Alentejo apresentaram taxas de crescimento m\u00e9dio anual do rendimento bruto declarado mediano deduzido do IRS liquidado superiores a 3,5%<\/p>\n<p>O crescimento m\u00e9dio anual do rendimento bruto declarado mediano deduzido do IRS liquidado por agregado fiscal foi, entre 2015 e 2017, de +2,70% ao n\u00edvel nacional. Neste per\u00edodo, 21 das 25 sub-regi\u00f5es NUTS III do pa\u00eds, apresentaram taxas de crescimento m\u00e9dio anual acima do valor nacional, destacando-se as subregi\u00f5es do C\u00e1vado (+3,97%), Viseu D\u00e3o Laf\u00f5es (+3,82%), Alto Minho (+3,67%), Ave (+3,61%) e Alto Alentejo (+3,58%) com valores superiores a 3,5%. Estas cinco sub-regi\u00f5es apresentaram, contudo, valores medianos de rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por agregado fiscal inferiores ao valor do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A \u00c1rea Metropolitana de Lisboa apresentou, em 2017, o valor mediano do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por agregado fiscal (12 566 \u20ac) mais elevado do pa\u00eds e tamb\u00e9m o menor crescimento relativo do rendimento (+1,38%) no per\u00edodo 2015-2017, entre as 25 sub-regi\u00f5es NUTS III.<\/p>\n<p>O Alto T\u00e2mega (+2,69%), a Beira Baixa (2,64%) e a Regi\u00e3o Aut\u00f3noma dos A\u00e7ores (+2,13%) apresentaram simultaneamente crescimentos m\u00e9dios anuais e valores medianos do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por agregado fiscal abaixo da refer\u00eancia nacional.<\/p>\n<p>O comportamento mais comum, verificado em 16 das 25 sub-regi\u00f5es do pa\u00eds, foi taxas de crescimento m\u00e9dio anual superiores \u00e0 do pa\u00eds e rendimentos medianos por agregado fiscal inferiores \u00e0quele referencial.<\/p>\n<p>Uma vez que a informa\u00e7\u00e3o por agregado fiscal n\u00e3o tem em conta a composi\u00e7\u00e3o e o n\u00famero de pessoas que contribuem para o rendimento familiar considerou-se que complementarmente seria \u00fatil, sob a hip\u00f3tese atr\u00e1s referida, a apresenta\u00e7\u00e3o de resultados por sujeito passivo (A e B) para an\u00e1lise da distribui\u00e7\u00e3o do rendimento.<\/p>\n<p>As figuras seguintes representam os percentis de rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por agregado fiscal (Figura 5) e por sujeito passivo (Figura 6), verificando-se, em ambas as distribui\u00e7\u00f5es (por agregado fiscal e por sujeito passivo) uma menor assimetria da distribui\u00e7\u00e3o dos agregados fiscais\/sujeitos passivos com menores n\u00edveis de rendimentos (percentis abaixo da mediana: P50) face aos agregados fiscais\/sujeitos passivos pertencentes aos percentis de rendimentos mais elevados.<\/p>\n<p>Mais relevante, as figuras demonstram uma menor assimetria na distribui\u00e7\u00e3o quando aferida atrav\u00e9s da perspetiva dos sujeitos passivos, na generalidade das NUTS III.<\/p>\n<p>Em 2017, o valor mediano do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo foi de 8 687 \u20ac em Portugal. A \u00c1rea Metropolitana de Lisboa (10 397 \u20ac), a Regi\u00e3o de Leiria (8 895 \u20ac), a Regi\u00e3o de Coimbra (8 826 \u20ac), o Alentejo Central (8 792 \u20ac) e a Regi\u00e3o de Aveiro (8 742 \u20ac) foram as sub-regi\u00f5es que apresentaram os rendimentos medianos mais elevados, superiores \u00e0 refer\u00eancia nacional. Por outro lado, as sub-regi\u00f5es do Alto T\u00e2mega (6 674 \u20ac) e do T\u00e2mega e Sousa (6 984 \u20ac) apresentaram os rendimentos medianos mais baixos, inferiores a 7 000 \u20ac por sujeito passivo.<\/p>\n<p>O retrato municipal do rendimento bruto declarado mediano deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo apresenta uma imagem territorial semelhante ao mesmo indicador por agregado fiscal destacando-se, com valores acima da refer\u00eancia nacional, os 18 munic\u00edpios da \u00c1rea Metropolitana de Lisboa, no Norte do pa\u00eds os quatro munic\u00edpios cont\u00edguos da \u00c1rea Metropolitana do Porto &#8211; Maia, Matosinhos, Porto e Vila Nova de Gaia e, ainda os munic\u00edpios de Braga e Bragan\u00e7a.<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o do Centro destacam-se os munic\u00edpios localizados maioritariamente na Regi\u00e3o de Aveiro, Regi\u00e3o de Coimbra, Regi\u00e3o de Leiria, M\u00e9dio Tejo e, Oeste. No Alentejo, salientam-se os munic\u00edpios de Benavente, Azambuja, Cartaxo, Santar\u00e9m (Lez\u00edria do Tejo) e, a sul, a faixa de munic\u00edpios cont\u00edguos de Sines, Santiago do Cac\u00e9m (no Alentejo Litoral), Aljustrel, Beja e Castro Verde (no Baixo Alentejo). Nas regi\u00f5es aut\u00f3nomas, os munic\u00edpios de Ponta Delgada, Horta, Angra do Hero\u00edsmo, Vila do Porto e Vila da Praia Vit\u00f3ria na Regi\u00e3o Aut\u00f3noma das A\u00e7ores e, Porto Santo, Funchal e Santa Cruz na Regi\u00e3o Aut\u00f3noma da Madeira registaram tamb\u00e9m valores de rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo acima do valor nacional. Figura 7: Rendimento bruto declarado mediano deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo, Portugal, NUTS III e munic\u00edpio, 2017<\/p>\n<p>A Lez\u00edria do Tejo foi a sub-regi\u00e3o onde se verificou a menor amplitude do rendimento bruto declarado mediano deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo entre munic\u00edpios (1 493 \u20ac): o menor valor registou-se na Chamusca (7 611 \u20ac) e o maior em Santar\u00e9m (9 104 \u20ac). Por outro lado, o M\u00e9dio Tejo registou a maior disparidade de rendimento entre munic\u00edpios: 3 743 \u20ac.<\/p>\n<p>Em 2017, 45 munic\u00edpios apresentaram valor do percentil 20 e do percentil 80 do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo superior \u00e0 refer\u00eancia nacional<\/p>\n<p>Em 2017, os 20% dos sujeitos passivos com rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado mais baixos registaram valores at\u00e9 5 050 \u20ac, o que correspondia a cerca de 58% do valor mediano (8 687 \u20ac) e a 34% do valor do rendimento do percentil 80 (14 974 \u20ac).<\/p>\n<p>Ao n\u00edvel sub-regional, o valor do percentil 20 do rendimento bruto declarado do IRS liquidado por sujeito passivo variava entre 3 747 \u20ac no Alto T\u00e2mega e 5 944 \u20ac na \u00c1rea Metropolitana de Lisboa. No lado oposto da distribui\u00e7\u00e3o de rendimentos, o valor do percentil 80 era mais elevado na \u00c1rea Metropolitana de Lisboa (18 589 \u20ac) e mais baixo na sub-regi\u00e3o do T\u00e2mega e Sousa (10 272 \u20ac).<\/p>\n<p>Em 2017, em 45 munic\u00edpios, localizados maioritariamente nas \u00e1reas metropolitanas de Lisboa (17 em 18 munic\u00edpios) e do Porto (Porto, Maia e Matosinhos), na Regi\u00e3o de Aveiro (Aveiro e \u00cdlhavo), na Regi\u00e3o de Coimbra (Coimbra, Figueira da Foz e Condeixa-a-Nova), na Regi\u00e3o de Leiria (Marinha Grande e Leiria), no Alentejo Litoral (Santiago do Cac\u00e9m e Sines), no Baixo Alentejo (Castro Verde e Beja) e, nas regi\u00f5es aut\u00f3nomas dos A\u00e7ores (Ponta Delgada, Angra do Hero\u00edsmo e Horta) e da Madeira (Funchal, Porto Santo e Santa Cruz) o valor do percentil 20 e do percentil 80 do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo superavam a refer\u00eancia nacional.<\/p>\n<p>In \u201cEstat\u00edsticas do rendimento ao n\u00edvel local &#8211; indicadores de rendimento declarado no IRS \u2013 2017\u201d \u2013 INE 2019<\/p>\n<div class=\"fb-background-color\">\n\t\t\t  <div \n\t\t\t  \tclass = \"fb-comments\" \n\t\t\t  \tdata-href = \"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/habitantes-do-entroncamento-sao-os-quartos-com-maior-rendimento-a-nivel-nacional\/\"\n\t\t\t  \tdata-numposts = \"10\"\n\t\t\t  \tdata-lazy = \"true\"\n\t\t\t\tdata-colorscheme = \"light\"\n\t\t\t\tdata-order-by = \"social\"\n\t\t\t\tdata-mobile=true>\n\t\t\t  <\/div><\/div>\n\t\t  <style>\n\t\t    .fb-background-color {\n\t\t\t\tbackground:  !important;\n\t\t\t}\n\t\t\t.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {\n\t\t\t    width: 100% !important;\n\t\t\t}\n\t\t  <\/style>\n\t\t  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo um estudo do Instituto Nacional de Estat\u00edstica sobre o Rendimento ao n\u00edvel local, o Entroncamento \u00e9 o concelho que tem os habitantes com maior rendimento do M\u00e9dio Tejo e o quarto a n\u00edvel nacional, atr\u00e1s de Oeiras, Lisboa e Cascais. 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