{"id":47026,"date":"2021-12-14T20:09:42","date_gmt":"2021-12-14T20:09:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/?p=47026"},"modified":"2022-04-12T19:14:38","modified_gmt":"2022-04-12T18:14:38","slug":"rui-madeira-ultrapassados-pelos-acontecimentos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/rui-madeira-ultrapassados-pelos-acontecimentos\/","title":{"rendered":"RUI MADEIRA | Ultrapassados pelos acontecimentos"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_47029\" aria-describedby=\"caption-attachment-47029\" style=\"width: 253px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-47029\" src=\"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Rui_Madeira1.jpeg\" alt=\"\" width=\"253\" height=\"247\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-47029\" class=\"wp-caption-text\">Rui Madeira<br \/>rui.madeira@entroncamentoonline.pt<\/figcaption><\/figure>\n<p>O executivo da CME foi ultrapassado pelos acontecimentos de inseguran\u00e7a e deixa como heran\u00e7a, do atual mandato, uma marca dram\u00e1tica, cavada bem fundo na mem\u00f3ria coletiva do concelho, apesar dos avisos \u00e0 navega\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Entroncamento nas bocas do Mundo<\/strong><\/p>\n<p>Nas \u00faltimas semanas ocorreram no nosso concelho epis\u00f3dios de inseguran\u00e7a e viol\u00eancia, transmitidos com eco, pelo zum-zum do boca-a-boca, que chegarem \u00e0s bocas do mundo. Desde ent\u00e3o, constituem o tema central, no diz-que-diz, dos dois dedos de conversa di\u00e1ria, n\u00e3o passando cavaco a fofocas, bisbilhotices e mexericos, mesmo \u00e0 boca calada.<\/p>\n<p>Como as m\u00e1s not\u00edcias s\u00e3o as melhores not\u00edcias, para alimentar o espet\u00e1culo do insaci\u00e1vel circo medi\u00e1tico, o Entroncamento foi catapultado &#8211; num \u00e1pice e \u00e0 m\u00e1 fila, para dentro dos lares portugueses, atrav\u00e9s dos prest\u00e1veis canais de not\u00edcias televisivas. Conseguiram, assim, um novo f\u00f4lego e, sobretudo, maiores audi\u00eancias, pois sentem-se como peixe na \u00e1gua, neste tipo de ambientes noticiosos.<\/p>\n<p>Recorrentemente, de hora a hora, anunciava-se, com frenesim e at\u00e9 \u00e0 exaust\u00e3o, os alertas das exclusivas \u201cbreaking news\u201d do momento, utilizando chamativas paragonas noticiosas, capazes de transformar os incidentes do nosso concelho na atra\u00e7\u00e3o sensacionalista de um show fren\u00e9tico. Talvez por isso, os jornalistas de servi\u00e7o aconselhassem, aos telespetadores mais impression\u00e1veis, prud\u00eancia na visualiza\u00e7\u00e3o das imagens, pelo conte\u00fado explicitamente dram\u00e1tico que as mesmas transmitiam.<\/p>\n<p>Foi triste assistir ao ponto a que cheg\u00e1mos na nossa cidade.<\/p>\n<p><strong>Toler\u00e2ncia zero \u00e0 inseguran\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>A consci\u00eancia das responsabilidades que neste momento nos assistem aconselha-nos a refletir (com o necess\u00e1rio distanciamento emocional), sobre os acontecimentos.<\/p>\n<p>A bandeira da inseguran\u00e7a n\u00e3o foi i\u00e7ada e acenada pelos eleitos do PSD apenas agora. Quem n\u00e3o tem mem\u00f3ria curta, convenientes lapsos de esquecimento ou padece das inesquec\u00edveis brancas, decerto recorda a campanha, para as elei\u00e7\u00f5es aut\u00e1rquicas, em setembro de 2021, onde a candidatura do PSD anunciava no seu programa eleitoral a toler\u00e2ncia zero \u00e0 inseguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Mesmo assim podemos dar de barato o eventual esquecimento deste slogan. Mas a nossa proposta de instala\u00e7\u00e3o de um sistema de videovigil\u00e2ncia decerto n\u00e3o passou despercebida. Pois \u00e9! Era uma das nossas propostas, sim. A par das brigadas m\u00f3veis de interven\u00e7\u00e3o r\u00e1pida (atualmente designadas por equipas r\u00e1pidas de interven\u00e7\u00e3o), entre outras propostas no \u00e2mbito da (in)seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Na altura apontaram-nos leviandade na desproporcionalidade entre a situa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a, vivida no concelho, e as nossas propostas, para a combater. Tentaram colar-nos \u00e0 imagem de quem est\u00e1 deslocado da realidade. Acusaram-nos de n\u00e3o sabermos em que terra nos encontr\u00e1vamos e de propormos uma \u201ccruzada\u201d contra \u201cterroristas\u201d.<\/p>\n<p><strong>Zero!<\/strong><\/p>\n<p>Mas por oposi\u00e7\u00e3o, quem nos criticava n\u00e3o apresentou uma \u00fanica proposta no \u00e2mbito da seguran\u00e7a. Zero! Preferiram descontraidamente assobiar para o lado, numa atitude de completa irresponsabilidade na desvaloriza\u00e7\u00e3o dos problemas. \u00c9 bom recordar, \u00e0s pessoas mais distra\u00eddas, o deserto de iniciativas nesta mat\u00e9ria. H\u00e1 respons\u00e1veis por apear a seguran\u00e7a numa desprotegida terra de ningu\u00e9m, esquivando-se a discutir o assunto, durante a campanha eleitoral. A culpa n\u00e3o pode morrer solteira. \u00c9 preciso sacar responsabilidades a quem as tem.<\/p>\n<p><strong>Perguntas e mais perguntas<\/strong><\/p>\n<h6>Mas perguntamos n\u00f3s:<br \/>\n&#8211; Afinal hoje quem manifesta comportamentos desproporcionados?<br \/>\n&#8211; Mant\u00eam a mesma opini\u00e3o depois de todas as ocorr\u00eancias de inseguran\u00e7a?<br \/>\n&#8211; O que fizeram desde a tomada de posse, para a combater a inseguran\u00e7a?<\/h6>\n<p>N\u00f3s damos a resposta. Cruzaram os bra\u00e7os e assistiram com inabal\u00e1vel frieza \u00e0s correrias desenfreadas de comportamentos incompat\u00edveis, com a qualidade de vida numa cidade, no mais completo deixa andar, onde quem se lixa \u00e9 o \u201cmexilh\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><strong>Relatos de uma trag\u00e9dia adivinhada <\/strong><\/p>\n<p>Mas as \u201ccoisas\u201d s\u00e3o o que s\u00e3o. Apesar de estar ainda no in\u00edcio da sua atividade o mandato deste executivo aut\u00e1rquico ficar\u00e1 &#8211; infelizmente &#8211; associado a uma cruel marca fatal, imposs\u00edvel de apagar, mesmo atrav\u00e9s do enfraquecimento do esquecimento, pois cava bem fundo na nossa mem\u00f3ria coletiva, cada vez mais martirizada nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>Nas circunst\u00e2ncias atuais continuam a ser patentes os sinais de grande apreens\u00e3o, em mat\u00e9ria de seguran\u00e7a. Denunci\u00e1mos factualmente, em sucessivas reuni\u00f5es da C\u00e2mara Municipal, a exist\u00eancia de manifestos epis\u00f3dios de inseguran\u00e7a, descritos insistentemente por v\u00e1rias pessoas. Consider\u00e1mos esses relatos premonit\u00f3rios de uma trag\u00e9dia adivinhada, mesmo por quem n\u00e3o tem dotes de profeta, nem se dedica a decifrar os misteriosos segredos da influ\u00eancia dos astros estrelados, sobre o fado do comum dos mortais.<\/p>\n<p>Fomos ultrapassados pelos acontecimentos e agora queremos anular o preju\u00edzo. Para al\u00e9m de ser irrevers\u00edvel \u00e9 uma alternativa com a qual n\u00e3o nos identificamos. Principalmente quando \u00e9 tomada por quem tem uma perce\u00e7\u00e3o enviesada das circunst\u00e2ncias, consequ\u00eancia de uma opini\u00e3o subjetiva, para al\u00e9m da qual nada mais existe.<\/p>\n<p><strong>Nem uma palavra para dar confian\u00e7a e seguran\u00e7a \u00e0s pessoas<\/strong><\/p>\n<p>Numa altura em que as redes sociais e a comunica\u00e7\u00e3o social, de \u00e2mbito nacional e internacional, manifestam e comentam os acidentes e incidentes de inseguran\u00e7a, \u00e9 paradoxal o sil\u00eancio de todos os respons\u00e1veis. Nem uma palavra para dar confian\u00e7a e sossegar as pessoas.<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m gosta de ver a sua casa e, neste caso, a sua cidade associada \u00e0 inseguran\u00e7a, porque esta n\u00e3o \u00e9 uma carater\u00edstica para apreciar em qualquer circunst\u00e2ncia.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 abonat\u00f3rio para o concelho ver-se colado \u00e0 imagem da inseguran\u00e7a e da viol\u00eancia, mais a mais, com a publicidade gratuita nos meios de comunica\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p><strong>Meter a cabe\u00e7a na areia<\/strong><\/p>\n<p>Pode-se desvalorizar um problema \u2013 atrav\u00e9s de um perspicaz e premeditado marketing inverso &#8211; para evitar que ele constitua, neste caso, a imagem de marca da cidade.<\/p>\n<p>Mas outra coisa \u00e9 meter a cabe\u00e7a na areia e fazer de conta que nada se passa, esperando pela bonan\u00e7a do mar ch\u00e3o, no meio do escarc\u00e9u dos vagalh\u00f5es de uma encrespada e catacl\u00edsmica tormenta que a todos suga para o fundo de arrast\u00e3o.<\/p>\n<p>N\u00e3o somos adeptos da permanente refer\u00eancia ao Entroncamento nos meios de comunica\u00e7\u00e3o, principalmente quando apenas se trata de ampliar as m\u00e1s not\u00edcias. Este tipo de visibilidade \u00e9 m\u00e1 publicidade para a cidade. Transmite uma imagem que vai desvalorizar o Entroncamento, o seu patrim\u00f3nio e o das pr\u00f3prias pessoas que vivem e trabalham no concelho.<\/p>\n<p>Temos de resolver os problemas e diminuir a exposi\u00e7\u00e3o medi\u00e1tica dos mesmos, pois isso n\u00e3o \u00e9 ben\u00e9fico para o concelho.<\/p>\n<p><strong>Uma quest\u00e3o de direitos e deveres<\/strong><\/p>\n<p>Temos de encontrar solu\u00e7\u00f5es capazes de proteger a maioria da popula\u00e7\u00e3o. N\u00e3o podemos nem devemos permitir aos outros aquilo que n\u00e3o permitimos a n\u00f3s pr\u00f3prios. \u00c9 uma quest\u00e3o de direitos e de deveres, para quem quer viver em sociedade. Ao fim e ao cabo \u00e9 uma quest\u00e3o de responsabilidade ou de irresponsabilidade, conforme a perspetiva. N\u00e3o podemos continuar a nivelar o nosso bem-estar e a nossa qualidade de vida pela mediocridade\/irresponsabilidade dos comportamentos de quem n\u00e3o percebe o seu significado, n\u00e3o colabora com reciprocidade e nem \u00e9 solid\u00e1rio com todas as pessoas que vivem em sociedade. Se as regras atuais n\u00e3o s\u00e3o cumpridas h\u00e1 que exigir meios e condi\u00e7\u00f5es para as fazer cumprir, prevenindo a transforma\u00e7\u00e3o do concelho num \u201cfar west\u201d.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel continuar mais tempo assim, num concelho cujo territ\u00f3rio \u00e9 reduzido, mas tem uma elevada densidade populacional e onde a maioria dos acontecimentos \u00e9 sentida por todos e a todos afeta de um ou outro modo.<\/p>\n<p>As situa\u00e7\u00f5es de inseguran\u00e7a rodovi\u00e1ria continuam a fazer-se sentir, mesmo depois do tr\u00e1gico acidente. Representam uma clara manifesta\u00e7\u00e3o de poder e, sobretudo, uma provocat\u00f3ria e gritante falta de respeito pela vida humana, por alguns dos que sempre mereceram a ajuda de toda uma comunidade\/sociedade, desde h\u00e1 muitos anos e que tardam em assumir o seu lugar de pleno de direito, mas tamb\u00e9m de pleno dever, perante a sociedade.<\/p>\n<p><strong>Exigimos medidas concretas para a inseguran\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel adiar mais. Exigimos medidas concretas para resolver os problemas da inseguran\u00e7a.<\/p>\n<p>As for\u00e7as de seguran\u00e7a n\u00e3o podem ser responsabilizadas por todos estes problemas. Tamb\u00e9m elas t\u00eam as suas dificuldades. Admitimos! \u00c9 preciso chamar a aten\u00e7\u00e3o para o reduzido n\u00famero de efetivos da PSP no concelho; para as condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias em que realizam o seu dif\u00edcil trabalho; para os equipamentos obsoletos utilizados no dia-a-dia, no cumprimento da sua louv\u00e1vel profiss\u00e3o.<\/p>\n<p>H\u00e1, no entanto, uma componente da hier\u00e1rquia respons\u00e1vel pelas decis\u00f5es pol\u00edticas, de n\u00edvel nacional, que tem de ser chama \u00e0 pedra. Simultaneamente tem de sair do gabinete e ajudar a resolver ao n\u00edvel do nosso concelho os crescentes problemas de inseguran\u00e7a com que nos debatemos.<\/p>\n<p>Como medida para combater o provinciano esquecimento a que temos sido votados, nos \u00faltimos anos, exigimos reunir com representantes do Minist\u00e9rio da Administra\u00e7\u00e3o Interna e com o Comando Nacional da Pol\u00edcia de Seguran\u00e7a P\u00fablica, para manifestarmos o eventual desconhecimento que estas entidades t\u00eam sobre a realidade do nosso concelho.<\/p>\n<p>Exigimos, com urg\u00eancia, a implementa\u00e7\u00e3o de medidas para limita\u00e7\u00e3o de todo o tipo de excessos no tr\u00e2nsito rodovi\u00e1rio, bem como a implementa\u00e7\u00e3o do sistema de videovigil\u00e2ncia, com abrang\u00eancia territorial alargada no concelho. Estas medidas s\u00e3o priorit\u00e1rias, para redu\u00e7\u00e3o e controlo das situa\u00e7\u00f5es de inseguran\u00e7a, atuando simultaneamente como medidas preventivas, dissuasoras e de identifica\u00e7\u00e3o efetiva de comportamentos fora da lei, bem como dos seus prevaricadores.<\/p>\n<p>N\u00e3o podemos esperar mais, sob pena de contribuirmos para uma situa\u00e7\u00e3o j\u00e1 de si explosiva. Se nada for feito as consequ\u00eancias ser\u00e3o certamente bem mais graves, comparativamente \u00e0s verificadas at\u00e9 agora.<\/p>\n<p>Viva o Entroncamento.<\/p>\n<div class=\"fb-background-color\">\n\t\t\t  <div \n\t\t\t  \tclass = \"fb-comments\" \n\t\t\t  \tdata-href = \"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/rui-madeira-ultrapassados-pelos-acontecimentos\/\"\n\t\t\t  \tdata-numposts = \"10\"\n\t\t\t  \tdata-lazy = \"true\"\n\t\t\t\tdata-colorscheme = \"light\"\n\t\t\t\tdata-order-by = \"social\"\n\t\t\t\tdata-mobile=true>\n\t\t\t  <\/div><\/div>\n\t\t  <style>\n\t\t    .fb-background-color {\n\t\t\t\tbackground:  !important;\n\t\t\t}\n\t\t\t.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {\n\t\t\t    width: 100% !important;\n\t\t\t}\n\t\t  <\/style>\n\t\t  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O executivo da CME foi ultrapassado pelos acontecimentos de inseguran\u00e7a e deixa como heran\u00e7a, do atual mandato, uma marca dram\u00e1tica, cavada bem fundo na mem\u00f3ria coletiva do concelho, apesar dos avisos \u00e0 navega\u00e7\u00e3o. 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