{"id":38796,"date":"2021-08-20T08:45:53","date_gmt":"2021-08-20T07:45:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/?p=38796"},"modified":"2021-08-20T09:10:13","modified_gmt":"2021-08-20T08:10:13","slug":"heraldica-familiar-no-concelhos-de-abrantes-e-seu-antigo-termo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/heraldica-familiar-no-concelhos-de-abrantes-e-seu-antigo-termo\/","title":{"rendered":"Her\u00e1ldica familiar no Concelho de Abrantes e seu antigo termo"},"content":{"rendered":"<p>Com a publica\u00e7\u00e3o recente da obra sobre Her\u00e1ldica familiar nos Concelho de Abrantes e vizinhos, de Paulo Falc\u00e3o Tavares, assistimos pela primeira vez na historiografia local, a um detalhado invent\u00e1rio de her\u00e1ldica e genealogia destes concelhos do centro de Portugal.<\/p>\n<p>O livro tem logo como primeiro subscritor (das 169 entidades), o Presidente da Rep\u00fablica, Marcelo Rebelo de Sousa.\u00a0 O autor, Paulo Falc\u00e3o Tavares, explica no seu pro\u00e9mio que \u00abesta ser\u00e1 a primeira obra que estuda sistematicamente a tem\u00e1tica da her\u00e1ldica na regi\u00e3o mais central de Portugal continental, no seu centro geod\u00e9sico, a que eu designo doravante por terra tubucense\u00bb.<\/p>\n<p>Em rigor, o livro intitula-se \u00abHer\u00e1ldica familiar nos concelhos de Abrantes, Gavi\u00e3o, Ma\u00e7\u00e3o, Sardoal, Ponte de S\u00f4r, Const\u00e2ncia e Vila de Rei\u00bb. O autor, acreditado no Instituto Portugu\u00eas de Her\u00e1ldica de Lisboa, \u00e9 secret\u00e1rio perp\u00e9tuo da Academia Tubuciana de Abrantes.<\/p>\n<figure id=\"attachment_38797\" aria-describedby=\"caption-attachment-38797\" style=\"width: 372px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-38797\" src=\"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Foto_Heraldica_1.png\" alt=\"\" width=\"372\" height=\"531\" srcset=\"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Foto_Heraldica_1.png 372w, https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Foto_Heraldica_1-294x420.png 294w\" sizes=\"auto, (max-width: 372px) 100vw, 372px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-38797\" class=\"wp-caption-text\">Capa da obra \u00ab\u00abHer\u00e1ldica familiar nos concelhos de Abrantes, Gavi\u00e3o, Ma\u00e7\u00e3o, Sardoal, Ponte de S\u00f4r, Const\u00e2ncia e Vila de Rei\u00bb, de Paulo Falc\u00e3o Tavares, Academia Tubuciana de Abrantes \u2013 1802, M.M.XXI.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Para se perceber o alcance geogr\u00e1fico do livro, o autor explica que, \u00abna idade m\u00e9dia a \u00e1rea geogr\u00e1fica e administrativa de Abrantes, estendia-se at\u00e9 Alter do Ch\u00e3o, Ma\u00e7\u00e3o e Punhete (actual Const\u00e2ncia), sendo um dos maiores concelhos de Portugal, em \u00e1rea\u00bb.<\/p>\n<p>No interior da obra destacam-se variadas refer\u00eancias ao n\u00facleo her\u00e1ldico mais importante de Abrantes (e um dos mais relevantes de Portugal), leia-se, o do Pante\u00e3o dos condes de Abrantes\/fam\u00edlia Almeida, na Igreja de Santa Maria do Castelo.<\/p>\n<p>\u00abN\u00f3s somos o produto daquilo que a hist\u00f3ria familiar nos proporcionou e pouco mais. N\u00e3o existe humanidade sem passado\u00bb, sintetiza lapidarmente o autor, assim tentando desfazer alguns mitos, falsos, \u00a0preconceituosos, sobre a import\u00e2ncia da her\u00e1ldica.<\/p>\n<p>Numa senten\u00e7a bastante assertiva, o autor defende, com propriedade, a saber, que a her\u00e1ldica \u00e9 o estudo do bras\u00e3o. E explica: \u00abO bras\u00e3o identifica pessoas, fam\u00edlias, corpora\u00e7\u00f5es, clubes desportivos, concelhos, pa\u00edses e comunidades internacionais. \u00c9 um s\u00edmbolo \u00abfalante\u00bb e representativo do nosso passado e presente\u00bb.<\/p>\n<p>A obra agora publicada vem, pois, juntar-se a um acervo de documentos sobre a mat\u00e9ria editados ao longo dos s\u00e9culos: \u00abTeve esta not\u00e1vel vila, hoje cidade centen\u00e1ria, diversos estudiosos destas mat\u00e9rias ao longo dos s\u00e9culos: Infante D. Fernando no s\u00e9culo XVI, O reverendo padre Jacinto Alvares de Almeida nas suas \u00abnotas manuscritas\u00bb, o Dr Cipriano Pimenta de Mendanha com as suas \u00abMem\u00f3rias\u00bb e, mais tarde, Bernardo Pimenta do Avelar Portocarrero, nos seus volumes geneal\u00f3gicos o qual, no s\u00e9culo XVIII, cita os dois anteriores, e que, n\u00e3o procurou investigar mais al\u00e9m de quinhentos, ou do que tinham escrito outros sobre Abrantes e sobre as suas fam\u00edlias\u00bb.<\/p>\n<p>\u00c9 not\u00f3rio o esfor\u00e7o do autor em chamar a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico e das autoridades, mormente, para a import\u00e2ncia e concomitante relev\u00e2ncia da her\u00e1ldica, enquanto ci\u00eancia: \u00abJ\u00e1 desde a antiguidade que os humanos detinham suas marcas de posse fortemente identit\u00e1rias. A necessidade dos homens em se diferenciarem \u00e9 marcante, desde o per\u00edodo da ocupa\u00e7\u00e3o romana no nosso territ\u00f3rio\u00bb. Abrantes n\u00e3o ter\u00e1 escapado a essa regra. E, assim, segundo Paulo Falc\u00e3o Tavares, \u00a0\u00abtemos diferentes tipos de an\u00e9is de abrantinos, com marcas distintas\u00bb. Segundo refere, foi encontrado um deles, \u00abcom um p\u00e1ssaro, corv\u00eddeo, inscrito na sua pedra\u00bb; na sua opini\u00e3o avisada, \u00abtalvez pertencentes a fam\u00edlias instaladas em terras de Tubucci, da fam\u00edlia de Marcelos, ou outras fam\u00edlias romanas j\u00e1 aqui nascidas e perfeitamente aut\u00f3ctones\u00bb.<\/p>\n<p>A introdu\u00e7\u00e3o desta publica\u00e7\u00e3o nos cat\u00f3logos vem, efectivamente, preencher uma lacuna na historiografia local alargada.\u00a0 N\u00e3o se pretende aqui nesta pe\u00e7a, \u00e9 certo, fazer um resumo exaustivo\u00a0 da obra \u2013 o que ultrapassaria a fun\u00e7\u00e3o de um mero texto de opini\u00e3o. Seria estult\u00edcia, por\u00e9m, n\u00e3o avan\u00e7ar um pouco mais sobre o conte\u00fado do livro, dada a oportunidade e urg\u00eancia do assunto e, pode mesmo dizer-se, desabridamente, contrapondo\u00a0 um certo analfabetismo cultural que mais hodiernamente tem atingido os mais incautos, alheios ao seu passado hist\u00f3rico, aos valores p\u00e1trios e aos nossos monumentos (!).<\/p>\n<p>Destarte, o autor pretende, pedagogicamente, alertar as entidades e o p\u00fablico, para a valoriza\u00e7\u00e3o do que ainda nos resta das mem\u00f3rias brasonarias. Para esse efeito, contextualiza as suas asser\u00e7\u00f5es, com verdadeira mestria, n\u00e3o fugindo, nunca, aos c\u00e2nones. E, seguramente, uma obra para a posteridade, acad\u00e9mica.<\/p>\n<p>Ainda no per\u00edodo do nosso primeiro rei, conta-nos, temos not\u00edcia da Ordem de Santiago: \u00abfoi a primeira a ocupar a vila, com sua her\u00e1ldica pr\u00f3pria, logo na primeira dinastia com D. Afonso Henriques. Nas reservas do museu abrantino, existem uns pequenos pratos com a cruz da Ordem de Santiago de Espada, provenientes do Mosteiro das Donas, comendadeiras abrantinas (da Ordem de Santo Agostinho)\u00bb.<\/p>\n<p>Dom Afonso V \u00abO Africano\u00bb criou o t\u00edtulo de Conde de Abrantes em 1476. A sua corte, sublinha Paulo Falc\u00e3o Tavares, \u00abcongregou aqui, na zona centro, uma d\u00fazia de fam\u00edlias relevantes que ir\u00e3o reanimar os concelhos por onde se instalam, adquirindo quintas, promovendo novas formas de olhar o territ\u00f3rio\u00bb.<\/p>\n<p>Abrantes ter\u00e1 tido o seu maior incremento \u00abbrason\u00e1rio\u00bb com a presen\u00e7a do Rei D. Manuel I na ent\u00e3o vila.\u00a0 Segundo o autor, \u00abn\u00e3o s\u00f3 foram agraciados com novos bras\u00f5es diversos abrantinos, como a corte residente proporcionou esse mostra art\u00edstica e documental, sem precedentes\u00bb.<\/p>\n<p>Do ponto de vista da her\u00e1ldica, a vila de Abrantes teve tr\u00eas grandes momentos: o manuelino, o Joanino e o Luisino, com as concess\u00f5es de diversos t\u00edtulos nobili\u00e1rquicos. \u00c9 esta a conclus\u00e3o do autor,<\/p>\n<p>Abrantes tem o seu primeiro pante\u00e3o her\u00e1ldico-familiar, na Igreja de Santa Maria do Castelo no s\u00e9culo XV, destaca-se ami\u00fade \u00a0no livro agora publicado.<\/p>\n<p>Sobre o rei D. Manuel I, verdadeiro patrono da ci\u00eancia her\u00e1ldica, \u00a0Paulo Falc\u00e3o Tavares, cuja introdu\u00e7\u00e3o da obra vimos seguindo de muito tempo, refere que o monarca \u00abconcedeu armas-novas aos habitantes (de Abrantes, leia-se), por feitos e obras, reconhecendo desta forma o seu m\u00e9rito. Um pouco como sucedeu com a fam\u00edlia Almeida\u00bb.<\/p>\n<p>A obra her\u00e1ldica da monarquia na vila terminara por volta de 1890-1910, com a Implanta\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica. Por volta de 1918, data da beatifica\u00e7\u00e3o de D. Nuno \u00c1lvares Pereira, surge um renascimento do sentimento nacionalista. O munic\u00edpio de Abrantes, sugere o autor do livro, \u00abpoderia repor determinadas pedras de armas em casas civis, numa tentativa de valorizar o abandonado centro hist\u00f3rico, em vez de ter os mesmos bras\u00f5es nas catacumbas h\u00famidas do Castelo-Fortaleza\u00bb.<\/p>\n<p>Esta proposta de enriquecimento dos im\u00f3veis tem, no olhar do historiador, uma plena justifica\u00e7\u00e3o: \u00abA her\u00e1ldica faz parte do nosso passado e das nossas mem\u00f3rias colectivas. Foi produzida para ser exposta, n\u00e3o escondida. Enriquecendo os im\u00f3veis, enriquecemos a maneira de ver a cidade, valorizando-a para o presente e futuro\u00bb. \u00c9 que, mais diz: \u00abA Her\u00e1ldica deixou de ser uma ci\u00eancia (apesar de auxiliar) fechada e herm\u00e9tica, atrav\u00e9s dele podemos identificar acontecimentos, fam\u00edlias, engrandecendo e descodificando a nossa riqu\u00edssima hist\u00f3ria\u00bb.<\/p>\n<p>O livro agora dado \u00e0 estampa teve uma edi\u00e7\u00e3o limitada de 250 exemplares. O Apoio cultural veio das seguintes entidades: Vila do Gavi\u00e3o, Vila do Ma\u00e7\u00e3o, Cidade de Abrantes, Pa\u00e7o de Abran\u00e7alha, Associa\u00e7\u00e3o da Fam\u00edlia Cunha Coutinho, Academia Tubuciana de Abrantes -1802.\u00a0 O autor alude ainda a \u00a0diversos agradecimentos, por exemplo, \u00e0 Diocese de Portalegre e Castelo-Branco.<\/p>\n<p>Sobre o Concelho de Const\u00e2ncia s\u00e3o tratados apenas temas brason\u00e1rios alusivos \u00e0 Quinta de Santa B\u00e1rbara e ao Pante\u00e3o da fam\u00edlia Oliveira, na Capela de S. Jo\u00e3o Batista, actual Mosteiro de Montalvo (Ordem de Santa Clara). O autor, pelo apurado, \u00a0prop\u00f4s ao munic\u00edpio a aquisi\u00e7\u00e3o de 10 exemplares da obra como forma de apoio cultural mas, at\u00e9 ao momento, n\u00e3o ter\u00e1 obtido qualquer resposta, \u00abo que levou a que n\u00e3o investigasse mais sobre o concelho\u00bb, informou, entrementes.<\/p>\n<p>No livro, afloram-se e fazem-se descobrir aspectos peculiares sobre algumas figuras relacionadas com Punhete (actual Const\u00e2ncia), casos da fam\u00edlia \u00abSande\u00bb, de Dom Jo\u00e3o de Almeida ou mesmo de Bartolomeu dos M\u00e1rtires Dias e Sousa (este \u00faltimo, \u00a0\u00e9 sabido, nasceu em Const\u00e2ncia em 1806, desempenhou as fun\u00e7\u00f5es de Director-Geral da Secretaria de Justi\u00e7a, foi deputado da Junta Geral da Bula da Cruzada e foi v\u00e1rias vezes presidente da C\u00e2mara de Deputados.<br \/>\nFaleceu a 7 de Janeiro de 1882 em Lisboa deixando toda a sua fortuna \u00e0 filha \u00fanica, casada com o Conde de Tomar). O autor d\u00e1 \u00e0 estampa uma foto de um bras\u00e3o \u00abSande\u00bb acompanhado do necess\u00e1rio coment\u00e1rio geneal\u00f3gico.\u00a0 Sabemos que esta fam\u00edlia tinha sede da administra\u00e7\u00e3o no Pal\u00e1cio da Torre em Punhete (Const\u00e2ncia).<\/p>\n<p>Num outro coment\u00e1rio geneal\u00f3gico, aborda-se o 2\u00ba Conde de Abrantes, Dom Jo\u00e3o de Almeida que foi Alcaide-Mor de Punhete e, sabemos, \u00a0assinou o alvar\u00e1 sobre a casa que hoje conhecemos como Casa dos arcos\u00bb ou \u00abCasa de Cam\u00f5es\u00bb.<\/p>\n<p>\u00c9 da compet\u00eancia material das c\u00e2maras republicanas, passo a reproduzir a LAL: \u00ab\u00a0Promover a publica\u00e7\u00e3o de documentos e registos, anais ou de qualquer outra natureza, que salvaguardem e perpetuem a hist\u00f3ria do munic\u00edpio\u00bb, anota-se em atalho de foice\u2026<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos \u00abSande\u00bb ou \u00abSandes\u00bb (?) vem ao caso recordar que est\u00e1 pendente no munic\u00edpio de Const\u00e2ncia a resolu\u00e7\u00e3o em definitivo de um procedimento despoletado pela popula\u00e7\u00e3o,<\/p>\n<p>de classifica\u00e7\u00e3o das ru\u00ednas do Pal\u00e1cio da Torre, como de \u00abinteresse concelhio\u00bb.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Luz (Const\u00e2ncia)<\/p>\n<p>PS \u2013 n\u00e3o uso o dito AOLP. Sou natural de Abrantes (S\u00e3o Jo\u00e3o) mais a minha fam\u00edlia materna, conquanto tenha sido baptizado e criado \u00a0na Vila de Const\u00e2ncia.<\/p>\n<div class=\"fb-background-color\">\n\t\t\t  <div \n\t\t\t  \tclass = \"fb-comments\" \n\t\t\t  \tdata-href = \"https:\/\/www.entroncamentoonline.pt\/portal\/heraldica-familiar-no-concelhos-de-abrantes-e-seu-antigo-termo\/\"\n\t\t\t  \tdata-numposts = \"10\"\n\t\t\t  \tdata-lazy = \"true\"\n\t\t\t\tdata-colorscheme = \"light\"\n\t\t\t\tdata-order-by = \"social\"\n\t\t\t\tdata-mobile=true>\n\t\t\t  <\/div><\/div>\n\t\t  <style>\n\t\t    .fb-background-color {\n\t\t\t\tbackground:  !important;\n\t\t\t}\n\t\t\t.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {\n\t\t\t    width: 100% !important;\n\t\t\t}\n\t\t  <\/style>\n\t\t  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a publica\u00e7\u00e3o recente da obra sobre Her\u00e1ldica familiar nos Concelho de Abrantes e vizinhos, de Paulo Falc\u00e3o Tavares, assistimos pela primeira vez na historiografia local, a um detalhado invent\u00e1rio de her\u00e1ldica e genealogia destes concelhos do centro de Portugal. 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