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Muitas e muito mais importantes situações haveria para debater neste país que se contorse para sobreviver ao pagamento das suas dívidas, aos péssimos governantes que tem tido e aos gravíssimos problemas financeiros que a (quase todos) dizem respeito.
No entanto, tudo isto passou para segundo plano...
Importante, mas mesmo, mesmo importante para tirar o país da situação gravíssima em que nos encontramos é se casais homossexuais podem coadoptar ou adoptar crianças...
Sendo este tema de extrema importância para o país e para o seu futuro enquanto nação soberana (?), vejo-me na obrigação de comentar tal situação.
Vamos começar, então, pelo princípio: a raça humana cresceu, desenvolveu-se porque existem heterossexuais, certo?
Então o que é natural em qualquer espécie, que não só na humana, é que haja uma relação macho/fêmea. Eu sei que os caracóis (por exemplo) são hermafroditas, mas esses não contam...
Bem, voltando ao assunto em questão, os homossexuais são filhos de heterossexuais e as crianças que querem coadoptar ou adoptar, também são filhos de heterossexuais, o que já começa a colocar muitos heterossexuais para um texto que é sobre os homossexuais e as adopções por parte destes últimos...
Ah! Já me estava a esquecer, também existe a fertilização in vitro, outra opção que serve para quem não consegue ter filhos...
No entanto, não estou aqui a pôr em causa as opções sexuais de cada um. Há milhares de anos que a homossexualidade está presente na nossa história e, em várias civilizações, até era aceite como uma prática normal de sexualidade.
Não sou um conservador nem um bota-de-elástico no que diz respeito a esta matéria!
São outras questões que me preocupem, e deixo estas questões aos caros leitores, para reflexão:
Mas será que uma criança, criada por dois homens que desconhece completamente, terá uma educação igual àquela que normalmente conhecemos?
Sabemos como as crianças e jovens podem ser “cruéis”. Qual será a sua reacção quando souberem que o seu colega vive com um casal de homossexuais? Será que ouviremos frases do estilo “A barba fica bem à tua mãe!”?
Sabemos que alguns casais heterossexuais não tratam bem os seus filhos e que as práticas vão desde a agressão ao abandono. Infelizmente, é uma verdade incontornável. Mas os homossexuais não se zangam? Não discutem? Não têm comportamentos agressivos? Também eles cometem crimes extremamente violentos (basta ver a imprensa…)
Claro que se pode sempre dizer que mais vale uma criança ser adoptada por homossexuais, que ficar abandonada. Mas, e quando esta tendência estiver generalizada, será que não teremos, também, crianças abandonadas por casais homossexuais?
Nada é fácil em torno deste problema, mas o que sobressai do que atrás foi dito, é que esta não é, de todo, uma situação normal, nem natural.
Embora na coadopção, haja sempre um elemento de referência (pai ou mãe), na adopção, não existe qualquer relação familiar. Duvido muito que essa criança fique a ser igual às outras…
Sei que este tema é de muitíssima sensibilidade, mas não poderia deixar de falar sobre ele, até porque a generalidade das pessoas têm medo de falar (ou escrever) sobre o que sentem.
Como diria Martin Luther King: “Para criar inimigos não é necessário criar guerras, basta dizer o que pensa.”
(O cronista não escreve com base no actual acordo ortográfico.)
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Tudo o que nasce, cresce... e depois de crescer virá o momento em que morrerá... segue a lei natural da vida como os homens, como os referidos caracóis, como a língua portuguesa... tudo tem evoluído ao longo da humanidade sem prescrições, sem "passas a conduzir pela esquerda por uniformização à inglesa", sem "passas a escrever cágado sem 'risquinho' porque há que diminuir os erros na escola e viva o novo A.O.", tudo é para evoluir com naturalidade e não por receituário. Parece que combinámos meu caro amigo Prof. João... REFERENDO PARA O ALARGAMENTO DA ADOPÇÃO DE CRIANÇAS, aqui mesmo em http://www.entroncamentoonline.pt/portal/artigo/referendo-para-o-alargam... ... e fica tudo mais que dito. José Nogueira.
Se for para crianças maiores de 12 anos, que possam escolher se querem ser ou não adotadas por homossexuais! Com que direito e a que belo prazer se entrega uma criança a um casal composto pelo mesmo sexo sem a criança ter direito de opção? Que conotação terá essa criança aquando adolescente no meio dos colegas (a juventude é cruel) e que consequências psicológicas daí advirão? É preferível a criança ter uma dúzia de anos de vida feliz para o resto da vida de infelicidade?
Mais de 70% dos psicólogos não aceitam e provam que não é benéfica a introdução da criança numa família que não satisfaz as condições psicológicas e humanas da reprodução, mas serão sempre os políticos a decidir, ou quem quer a todo o custo ter filhos sem os conseguir fecundar ou conceber, e assim vai o mundo...
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