PUB

Por razões do agravamento da situação pandémica no concelho de Constância, decidiu-se adiar o V FICOC para data a anunciar

Numa organização da CICO – Centro Internacional do Carrilhão e do Órgão, Constância recebe a quinta edição do FICOC – Festival Internacional do Carrilhão e do Órgão da CICO, um evento que decorre nos próximos dias 23, 24 e 25 de julho de 2021, percorrendo todas as freguesias do Município de Constância.

Por razões da pandemia de COVID-19, a quinta edição do FICOC terá em conta todas as imposições da DGS e também do senso comum, incentivando o público a assistir aos concertos no conforto dos seus lares, através das transmissões em direto de todos os concertos em https://www.facebook.com/FestivalFICOC, onde é também possível consultar toda a programação.

Um rico programa musical será apresentado ao público por carrilhanistas e organistas nacionais e estrangeiros, promovendo e valorizando, no concelho, a presença do maior e mais pesado carrilhão itinerante do mundo, o Carrilhão LVSITANVS, e da relíquia cultural que é o Órgão Histórico da Igreja Matriz de Constância.

Este evento pretende, “despertar a atenção dos entusiastas do carrilhão dispersos pelo planeta para as peculiaridades de Constância e para a capacidade que esta possui de se afirmar como um local estratégico na valorização do carrilhão e do órgão no mundo”, referem os organizadores.

Recorde-se que Constância possui o maior e mais pesado carrilhão, o Carrilhão LVSITANVS, relativamente ao qual se têm proferido excelentes opiniões tanto pela sua estética como pela sua conceção e sonoridade.

Este instrumento que faz as delícias de quem o ouve, vai despertando também, e em simultâneo, expectativas e desejos de novas experiências na área da musicalidade. Assim se têm realizado múltiplos concertos por várias regiões do nosso país e do estrangeiro dando a conhecer a todos mais uma das distinções de Constância.

Na Igreja Matriz da vila, está guardada outra relíquia de índole cultural, o Órgão Histórico de Constância.

Instalado no coro alto da Igreja, data de 1827 e é da autoria do organeiro António Xavier Machado e Cerveira, uma das figuras cimeiras da organaria portuguesa. Este órgão tem merecido, da parte de quem o visita, bastantes elogios tanto pela sua qualidade sonora como arquitetónica e pela cuidada manutenção que o tem mantido musicalmente em condições de funcionamento.

PUB