A Mendes Gonçalves (MG) lança Paladin Vinagre de Uvas Vale da Rosa, um produto concebido a partir da produção excedente das uvas do Vale da Rosa. Com este projeto, a empresa detentora da Paladin pretende dar utilidade às uvas que não cumprem os rigorosos parâmetros de qualidade a que a marca obriga, mas que se encontram em perfeitas condições para a produção de um vinagre de qualidade.
 
Além da vontade de surpreender o consumidor, esta iniciativa contribui para uma economia mais sustentável, focada na rentabilização dos recursos naturais.
 
Todos os anos, o Vale da Rosa desperdiça inúmeras toneladas de uvas, e após uma análise da MG à matéria, aliada à sua experiência na produção de vinagres, permitiu reunir as condições necessárias para avançar para a criação de um vinagre de excelência.
 
“As atividades produtivas humanas dependem do capital natural que se esgota a cada dia que passa e, com essa preocupação em mente, a nossa empresa procura constantemente novas formas de reinventar os recursos naturais para um maior potencial de crescimento sustentável da economia,” aponta Alexandra Mendes Gonçalves, Directora Geral da Mendes Gonçalves.
 
O Paladin Vinagre Uvas Vale da Rosa nasce do processo habitual da produção do vinagre: Começa-se por esmagar as uvas e o mosto que daí se obtém é colocado num depósito para dar início ao processo de fermentação alcoólica. Desta forma, os açúcares da uva transformam-se em álcool e posteriormente em ácido acético, através de uma segunda fermentação, – o que dá origem ao vinagre. 
 
“E é assim que nasce o Paladin Vinagre Uvas Vale da Rosa. Um toque absolutamente feminino e inesperado, do sabor à cor. Esta é a história de uma uva que se emancipou e de um vinagre que superou todas as expectativas,” conclui Alexandra Mendes Gonçalves.
 
Com a vontade de ir para além do óbvio e de olhos postos na inovação, há 35 anos que a Mendes Gonçalves faz tudo para marcar a diferença em todos os temperos que produz. A MG, empresa detentora da marca PALADIN, está totalmente sensibilizada para as questões ambientais e para a necessidade de uma economia cada vez mais circular. Apesar desta primeira etapa estar a ser um sucesso, há sempre mais a fazer. Atualmente, o Departamento de Investigação Desenvolvimento e Inovação está à procura de novas formas de reutilizar os excedentes de produção do Vale da Rosa com produtos complementares para esta gama.