O II Festival de Estátuas Vivas atraiu milhares de pessoas a Tomar durante o fim de semana.

Trinta e sete estátuas vivas, entre as quais os mais antigos homens-estátua de Barcelona e de Madrid, representaram 18 quadros históricos De Viriato ao 25 de Abril.
 
No Convento de Cristo e na Corredoura, desde a Praça da República até ao Convento de Santa Iria, as 37 estátuas vivas representaram quadros da História nacional e local, representados nas performances dos melhores artistas da quietude. O Milagre das Rosas, o Regicídio ou o 25 de Abril ou  uma amena tertúlia entre Nini Ferreira e Fernando Lopes-Graça, duas personalidades decisivas na História mais recente da cidade.
 
Seria mesmo a “Tertúlia Tomarense” o quadro mais votado pelo público, tendo assim conquistado o 1º lugar. Em segundo lugar ficou a “Peste Negra” e em terceiro a “Abolição da Escravatura”.
 
O II Festival de Estátuas Vivas foi organizado pelo projecto Máquina do Tempo, uma parceria entre o Agrupamento de Escolas D. Nuno Álvares Pereira, a Câmara Municipal de Tomar, o Convento de Cristo e o Instituto Politécnico de Tomar. Tem uma importante comparticipação do QREN, no âmbito da Rota dos Mosteiros Portugueses Património da Humanidade.

 

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