A deputada do CDS Patrícia Fonseca, acompanhada pelos deputados João Almeida e João Rebelo, questionou o Ministro das Finanças sobre o encerramento de agências da Caixa Geral de Depósitos na Golegã e no Campo Militar de Santa Margarida.
 
No documento enviado ao Governo, os deputados do CDS querem que o ministro confirme as notícias destes dois encerramentos, quais os critérios, no plano de negócios ou preparados para a sua execução, de escolha do encerramento da agência da CGD da Golegã e quais os critérios para distinguir e escolher as populações que só terão acesso ao serviço mínimo, dito de “manutenção, mesmo que parcial”, e, ainda, Como vai ser assegurado o acesso ao serviço público bancário aos militares do Campo Militar de Santa Margarida.
 
“O caso específico do concelho da Golegã, em que quase 30% da população tem idade igual ou superior a 65 anos, em que 40 % destes residem sozinhos e 53% são pensionistas da Caixa Geral de Aposentações e que esta possibilidade, de encerrar a agência na Golegã, implica privar o acesso de idosos, pensionistas, ao serviço – público – bancário”, são também justificações usadas nos considerandos dos deputados centristas.
 
Especificamente, em relação à agência de Santa Margarida, os deputados do CDS frisam que a Câmara Municipal de Constância tomou conhecimento, através do Comando da Brigada Mecanizada, que o Balcão da Caixa Geral de Depósitos, encerrará as suas portas no próximo dia 31 de março, argumentando, no entanto, que a maioria dos militares recebe o seu vencimento pela CGD e que o estatuto da condição militar, a que devemos o maior respeito, limita e acresce dificuldades à deslocação dos militares para o exterior do Campo Militar de Santa Margarida.