Aguarela de Sérgio Guerini em Exposição na Galeria Municipal de Arte de Abrantes

 A inauguração da exposição está marcada para o dia 4 de Setembro (sábado), às 16h00 e ficará patente ao público até dia 1 de Outubro. Sérgio Guerini nasceu em Santo André, São Paulo, Brasil. Estudou pintura e gravura com Sérgio Fingermann e aquarela com Ubirajara Ribeiro e Selma Daffré. ... [ler +]

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2008-06-21
Rotunda de Locomotivas do Museu Ferroviário Inaugurada


 A Rotunda de Locomotivas do Museu Nacional Ferroviário foi inaugurada na manhã de sexta feira com a presença da Secretária de Estado da Cultura Paula Santos e da Secretaria de Estado dos Transportes Ana Paula Vitorino.


Foi a primeira construção executada pela Fundação do Museu Nacional Ferroviário, que agora alberga algumas locomotivas e duas carruagens. Trata-se de um edifício de linhas arrojadas mas ao mesmo tempo simples para não ofuscar as preciosidades que recolhe. 
Carlos Frazão, Presidente da Fundação Museu Nacional Ferroviário, foi o primeiro orador da sessão de inauguração, agradeceu às comissões instaladoras que precederam a Fundação, “que deixaram alguns instrumentos valiosos, como seja o próprio projecto da rotunda”. Carlos Frazão referiu ainda que, “os Museus não são meros depósitos de coisas velhas ou de coisas antigas. Devem ajustar-se á sociedade e devem reflectir as suas maiores ambições. Devem ser contemporâneos”.

 

O Presidente da Câmara, Jaime Ramos, disse tratar-se de um dia histórico para o Entroncamento, “o sonho acalentado ao longo de tantos anos, de termos um  Museu Nacional Ferroviário, começa a tomar forma e a sair do projecto. Estamos de parabéns”. Mas Jaime Ramos não perdeu a oportunidade para enviar alguns recados: “ Espero que a Srª secretária de Estado dos Transportes, assim como os Senhores Presidentes da Refer e da CP, olhem para a Estação do Entroncamento como uma prioridade, em termos de modernização e especialmente em termos de segurança dos seus utentes. A população desta cidade ferroviária, tem sido ludibriada ao longo dos anos com estudos e mais estudos. Obra nada! Chegou a hora de exigirmos aquilo a que achamos que temos direito: Uma Estação ferroviária moderna, mas acima de tudo, segura”, reclamou Jaime Ramos.

 

Paula Santos, Secretária de Estado da Cultura, salientou a importância deste espaço que,” permitirá a partir de hoje, mostrar ao público, uma pequena mas significativa, parte do património ferroviário das colecções do Museu”.

 

Finalmente, Ana Paula Vitorino, Secretária de Estado dos Transportes, salientou “o empenhamento do Governo neste projecto. Este espaço inaugura a nova era do Museu Nacional Ferroviário, integrando-se na construção do complexo museológico que surgirá neste local. Este será criado e desenvolvido, pelo arquitecto Carrilho da Graça, que hoje irá apresentar o Mater Plan da árvore museológica do Entroncamento. Este plano director do Museu, enquadra todo o conjunto arquitectónico e funcional, prevendo para além do espaço de exposição da selecção outras componentes essenciais. Oficinas de conservação e restauro, Museu virtual, serviços educativos, centro de documentação, centro de investigação e promoção de tecnologias. No total o investimento estimado do Museu Nacional Ferroviários, é de 40 milhões de euros, com financiamento publico, nacional e comunitário e também privado”.


Esta obra, da autoria do Arquitecto Abílio Junqueira, foi financiada pelo PIDDAC / Transportes e pelo POC – Programa Operacional da Cultura e teve o seu arranque na tarde de 24 de Março de 2007, quando numa operação  de grande aparato logístico foram retiradas as carruagens e locomotivas, da antiga rotunda ( ou redonda, como é conhecida entre os ferroviários).


A Rotunda de Locomotivas é o elemento mais característico do Depósito a Vapor, uma estrutura edificada que servia para recolha do material circulante. No seu interior apresenta 13 vias que confluem para uma placa giratória, que por sua vez conecta com as vias da estação e inverte a marcha das máquinas.

 

Esta é uma reinterpretação da antiga “cocheira de locomotivas”, de forma concêntrica, que aqui existira noutros tempos, acabando por ser implodi da pela CP em 1976, com a ajuda da Engenharia Militar e três cargas de dinamite, tal era a resistência do edifício. Pertencente à Estação do Entroncamento, esta era uma das duas Rotundas que aqui existiam, com duas placas giratórias. Na gíria ferroviária este edifício é muitas vezes tratado por “Redonda”.

 

A nova Rotunda serve agora de espaço expositivo do Museu Nacional Ferroviário, onde estará exposto algum material circulante, que não só locomotivas a vapor. Aqui poderá ser também apreciado outro tipo de material circulante, com outras formas de energia, como o diesel, para além de algumas carruagens, como a Carruagem-Hospital e a Carruagem Presidencial, dos anos 30, utilizada pelos presidentes Carmona, Craveiro Lopes e Américo Tomás. Uma carruagem de primeira classe, quarto-hotel, apta a reuniões e refeições dignas e austeras.

 

Este novo espaço, da autoria do Arq. Junqueira, inaugura a nova era do Museu Nacional Ferroviário, deixando antever a construção do complexo museológico que surgirá neste local. Será criado e desenvolvido por um reconhecido arquitecto da nossa praça, o Arquitecto Carrilho da Graça, que neste dia irá apresentar o Mater Plan do futuro Museu.


   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   



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Comentários a esta notícia:

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pedro matos
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boa noite,a muito tempo que esperava por uma coisas destas.qual os horarios.

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joão
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é muito bonito

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Victor
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É só para informar qu é REDONDA e não ROTUNDA como lhe querem chamar. Aquilo servia para fazer o estacinamento de máquinas e para as virar de posição... As máquinas não faziam nenhuma volta a nenhuma rotunda, porque nunca la existiu nenhuma. É uma vergonha não saberem os verdadeiros significados das palavras....

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Raul da Silva Baptista
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Rotunda ou redonda ... o nome pouco me importa. Está lá e bem bonita. Só lamento que a Allan 304 que ainda à 4/5 anos efectuou uma viagem da Guarda/Lisboa (via B.Baixa) para estar hoje na rotunda teve que ser rebocada de Guifões porque lhe foi tirado equipamento para por a andar as irmãs (350) engraxadas. Não basta ter material ferroviário (ferro velho) pintado bonito por fora e sucata por dentro.

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A. Ferreira
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É só uma pergunta. Qualquer pessoa pode visitar o múseu e quanto custa o bilhete. Obrigado.

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Pato das Neves
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Se a reposta do anónimo "leitor interesaado no museu nacional ferroviario" se resume ao insulto estamos falados dado que nos não apresntou para além do comentário de baixo nível nenhuma informação de que estou errado. Por este caminho ainda iremos chamar ao tradicional baú do maquinista, marmita isotérmica Louis Vouiton. É o Entroncamento no seu melhor!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Ajudem,trabalhem ou calem-se
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Estamos numa democracia,é certo. Eu não sou do Entº mas custa-me muito ver as pessoas da terra a dizer mal disto e daquilo e na verdade nos últimos meses podem-se contar pelos dedos as pessoas que foram ao local tentar ajudar tanto em informações como em trabalho real, pois sei que quem esteve no terreno a trabalhar nos veículos, deu o seu melhor e com condições por vezes desumanas, e ainda por cima esses veículos foram agora para uma galeria que uns chamam rotunda, outros redonda, e enquanto andam para ai a discutir qual o nome correcto, deveriam era preocupar-se com os veículos que estão a apanhar sol , chuva e pó, pois esse tal "arquitecto" esqueceu-se que aqueles veículos são peças museológicas. Isso sim, é que está mal, mas como este projecto já era do tempo da comissão instaladora, acho que a fundação está a pensar num futuro próximo remediar a situação. agora por favor , façam criticas , mas construtivas. ajudem

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The deer hunter
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Rotunda/Redonda??? Vocabulário técnico ou gíria ferroviária?? Pouco importa. Importa e muito a obra que ali foi feita. A má lingua de quem entra em guerras de alecrim e manjerona (Ops, se calhar é o que eu estou a fazer)... De qualquer forma, tal como ao abominavel homem das Neves, devemos dar ao abominável Pato das Naves, a importancia que ele tem - nenhuma.

Nome:
leitor interesaado no museu nacional ferroviario
Comentário:
se o espertalhao do pato insiste em chamar-lhe redonda, a vontade lhe seja feita. Já é conhecido o seu ressabiamento condenar coisas que nao foram feitas pelo seu partido, por isso desculpa-se novamente. Mas como vozes de burro nao chegam ao céu... Preocupe-se antes em apoiar um museu que está na sua terra e que se relaciona com a sua profissao... Ou será que também daqueles ferroviários de meis tigela que nao lhe calhou nenhuma migalha da mesa museológica e agora já nada interessa?

Nome:
Pato das Neves
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Gostei bastante de ver o novo edifício quer sobre o ponto de vista arquitectónico quer sobre o ponto de vista funcional. O nome porque sempre foi conhecido pelos ferroviários, não só no Entroncamento mas também no Barrreiro e no Porto, foi de REDONDA e/ou de diária. Se alguém me provar que aquilo se poderá chamar rotunda agradecia mo desmontrasse de forma documentada e fundamentada e serei o primeiro a dar a mão à palmatória. Se o não fizerem eu, como ferroviário, continuo na minha.

Nome:
menbre203
Comentário:
associaçaonde amigos do museu national ferroviario tres bonne action mas encore beaucoup de travail pour sauver un patrimoine en degradation mes domage de ne pa avoir ete conviee a l'inoguration

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Agora ?
Comentário:
Era uma obra para já ter sido feita, mas já que não o foi até agora deveria-se ter escolhido altura melhor. Existem presentemente outros projectos que seriam de maior urgência e necessidade agora no Entroncamento.

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DIGO EU
Comentário:
Escrevi no forum deste jornal no dia quatro de março de dois mil e cinco o texto que a seguir transcrevo, ciente da actualidade do mesmo... " Sabemos que um museu é a evocação de um passado que, na modernidade, se projecta no futuro. O museu ferroviário terá nos seus novos edifícios muitos vidros, muita luz, muita dinâmica nas suas linhas e muita cor, mas estará amputado. Do que entretanto foi demolido, recordo o depósito de máquinas e a placa giratória grosseiramente chamada de redonda, o escritório do chefe com os seus vidrinhos e o movimento constante de locomotivas que chegavam, manobravam, rodavam e partiam.. A ponte era então um mirante priviligeado. Recordo ainda o edifício designado por meliana, os serviços que acolhia, mas principalmente o cantinho onde pela tarde, se via a tabela de serviço para o dia seguinte: vou no 3010 dizia um maquinista. Há dias fui até lá. Exactamente àquele ponto. O chão de cimento ainda resiste. Então, olhei no espaço a parede que já não existe e nela estava o painel da distribuição do serviço e dos avisos, com a sua lâmpada por cima. Entrando suavemente pelo arco de madeira trabalhada, Joaquim Gameiro accionou o manípulo da buzina que regulava a vida das oficinas e da população. Eram dezassete horas. A vila renasceu até à hora de deitar. Eu voltei à realidade e olhei à minha volta. Estava só... na cidade! Entroncamento. Esta é a minha terra e este é um pedaço de museu que também é meu ". ...........Estive hoje na inauguração do renovado depósito de máquinas e gostei do que vi e ouvi. O valor desta terra está na força de quem a pulso vai construindo a pouco e pouco o nosso património colectivo. Um museu é um espaço vivo e por isso, neste caso, considero muito importantes as secções museológicas. Senti isso lá ao observar as locomotivas da Sociedade Estoril. Elas são nossas mas não são de cá. O carinho sentido pela automotora allan das idas para Tomar para a Escola Industrial. O reviver as dificuldades da My 314 para vencer a subida do Carrascal, a recordação dos automotoristas herois nossos dessas aventuras. Da 1311 das idas à Beira Baixa e da 1501 no rápido para o Porto. Aquele equipamento está vivo naquele local... Felicito na pessoa do Presidente da Câmara Municipal do Entroncamento todas as pessoas que deram mais este passo na construção do museu. DIGO EU...

Nome:
nmdn
Comentário:
Para os que se dizem ferroviarios conhecedores da tematica tenho a infomar que rotunda é realmente o termo tecnico do edificio em causa como pode ser facilmente comprovado com uma pequena consulta bibliografica. No entanto se no Entroncamento se comumente apelidou tal edificio como redonda compreeende-se, mas contra factos não ha argumentos....e a designação tecnica de tal edificio é rotunda... Deixemos esta obra filha do Entroncamento crescer...

Nome:
Luis Barbosa
Comentário:
Temos inumeras personagens mediaticas no nosso burgo, que nao passam de uns pequenos maldizentes... Porra, chamem-lhe lá o que quiser, está feita... Mas é revoltante a constante tentativa em menosprezar os outros, para fazer uma simples rectificação é necessário usar aqueles termos, bancário, notas, etc... Morte aos Patos ou tapem-lhe o bico...,irra...

Nome:
Ferrovirio
Comentário:
Para os ferroviários e para os conhecedores este edifício chama-se redonda nas como estamos na cidade dos fenómenos!!!!!!!!!!!!!!!!!

Nome:
Ferroviário de gema
Comentário:
Numa terra ferroviária e de feroviários chamar rotunda o que sempre foi conhecido por rodonda só pode ser mais um triste fenómeno

Nome:
Tiro ao Pato
Comentário:
Com caneta azul ou não....com rotunda ou redonda... vamos deixar o Entroncamento crescer!! apoiem a nossa cidade eas maravilhas dela

Nome:
eleitor
Comentário:
aproxima-se as eleiçoes entao vamos la a mostrar serviço... anda tudo a caça do tacho... assim este país não anda pa frente..

Nome:
Santos
Comentário:
É à Português, de quem é a culpa é "solteira", como sempre, e para que todo este palavreado? Tão somente para dizer que passo ali naquela "rotunda"?, todos os dias ou quase, e eis que de repente numa azafama, desenfreada à "Português" vai ser inaugurada daqui a três dias!!! a dita "rotunda". Viva o Entroncamento Viva Portugal Há lápis AZUL?

Nome:
Pato das Neves
Comentário:
Esperava ver aqui, de imediato, o comentário que formulei 2 minutos atrás mas como não vi fiquei definitivamente ciente que o lapis azul ainda funciona com força no EOL o que até me não surpreende. Assim, contário que fiz vai a despacho do grande chefe e depois logo se vê.

Nome:
Pato das Neves
Comentário:
Se aquilo é conhecido entre os ferrovários por redonda parque é que o bancário, contadores de notas, insiste em lhe chamar rotudunda? Se é só para "chetear" os ferroviários desengane-se

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