Obras dos arquitectos Álvaro Siza, Carrilho da Graça, Manuel Tainha, Fernando Távora, Gonçalo Byrne, Raul Lino e Eduardo Souto Moura captadas pela objectiva de Rui Morais de Sousa.
10 a 28 de Junho
Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha
O Núcleo do Médio Tejo da Ordem dos Arquitectos, numa parceria com a Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, repõe de 10 a 28 de Junho, no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, a exposição “Lugares de Culto".
Podem ser vistas 16 ampliações em grande formato de fotografias de obras dos arquitectos Álvaro Siza, Carrilho da Graça, Manuel Tainha, Fernando Távora, Gonçalo Byrne, Raul Lino e Eduardo Souto Moura, assinadas pelo fotógrafo Rui Morais de Sousa.
Integrada nas festas do concelho de Vila Nova da Barquinha - BARQUINHA NON STOP 2009 - a exposição, a que Rui Morais de Sousa prefere chamar “O Culto dos Lugares”, mostra, entre outras, “o encanto da obra de arte” que é a Casa de Chá da Boa Nova, de Álvaro Siza, a Pousada da Flor da Rosa de Carrilho da Graça, “obra de interesse fora do vulgar”, a Faculdade de Psicologia do arquitecto Manuel Tainha, a Casa de Férias em Ofir de Fernando Távora, “uma obra que ainda hoje tem espírito jovem”, “a lindíssima” Casa do Cipreste em Sintra, do arquitecto Raul Lino, e “a obra de excelência” que é a Pousada de Santa Maria do Bouro, de Souto Moura.
Rui Morais de Sousa nasceu em Silva Porto, Angola, em 1955. Iniciou a sua actividade como fotógrafo profissional no Instituto de História de Arte (Kunsthistorishes Institut) da Universidade de Heidelberg, Alemanha. Regressado a Portugal em 1990, paralelamente à actividade de estúdio e publicidade, opta por se especializar na área da fotografia de arquitectura. Tem trabalho publicado em Portugal e no estrangeiro em inúmeros livros e revistas da especialidade. Álvaro Siza e Mie van der Rohe são alguns dos nomes cuja obra se encontra extensamente documentada. Foi sócio-fundador da White & Blue em Novembro de 2000.
A exposição “O Culto dos Lugares” já passou pela Galeria Municipal de Abrantes, em 2007, e pela Casa dos Cubos de Tomar, em 2008. Cumpre agora e mais uma vez o objectivo da itinerância que esteve na base da sua criação.